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Não Falhes - Mostra o Teu Descontentamento
Marchas Lentas Contra as Portagens, HOJE,
28 de Outubro, sexta-feira
Viseu, Avª Europa, 18.00 h
(segue para a A25 com entrada na estrada de acesso a Nelas)
Régua, Avª Diocese de Vila Real (variante da Régua), 18.00 h
(segue em direcção a V. Real)
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Opinião
Texto de Carlos Vieira e Castro
A arte do ferro forjado teve um dos seus mais ilustres artífices em Arnaldo Malho, que o seu amigo Aquilino Ribeiro epitetou como “o poeta do ferro”, por ter sabido como poucos transformar o ferro duro e frio em harmoniosas linhas e poéticas volutas e por ter sabido reviver esta arte através do ensino na Escola Comercial e Industrial de Viseu, onde leccionou até 1950, dez anos antes de falecer.
Há cerca de quatro anos foram retirados os candeeiros de ferro forjado da autoria de Mestre Arnaldo Malho que se encontravam no Largo da Misericórdia (um na esquina com a Rua do Arvoredo e outro na esquina virada para o Adro da Sé), quatro nas paredes da Sé (um na esquina da antiga torre de menagem do castelo de Viseu, virado para as escadinhas, outro na esquina virado para o adro, um terceiro na esquina contígua à varanda dos cónegos, e o quarto na parede exterior dos claustros), mas já anteriormente havia sido retirado outro exemplar na fachada do Museu Grão Vasco, aquando das obras da remodelação projectada pelo arquitecto Souto de Moura. Da Igreja da Misericórdia desapareceram outros três exemplares: um na parede lateral virada para o Largo da Misericórdia, retirado há dois anos pela EDP depois de uma forte ventania o ter deixado dependurado pelo fio, e os outros dois que ornavam a fachada, em duas das bandas verticais em cantaria, foram retirados no ano passado aquando das obras de limpeza da pedra.
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28 de Outubro - Marcha Lenta contra as Portagens - Saída para a A25 - Av. da Eutopa - 18h00 horas
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Os dois veículos pesados que partiram de Viseu em direcção a Aveiro, pela EN 16, para provar que não hà alternativas à A25, ficaram bloqueados em São Pedro do Sul devido a um acidente com um camião.
A comissão de luta contra as portagens na A25 faz hoje o percurso entre Viseu e Aveiro pela EN 16 com um camião pesado (TIR) e um autocarro para "desmentir o governo" sobre a existência de alternativas a esta via.
Os dois veículos pesados partiram cerca das 09:45, de Viseu, e têm chegada prevista "para depois do meio dia" a Aveiro, pela EN 16, que, ao longo do percurso, atravessa diversas localidades, como São Pedro do Sul ou Vouzela.
Esta iniciativa, como explicou à Agência Lusa Francisco Almeida, da comissão de luta contra as portagens, pretende vincar um dos principais argumentos, a falta de alternativas, usados na contestação à introdução de portagens, que o governo já anunciou que vão ser aplicadas durante o mês de Outubro.
A EN 16 tem cerca de 200 quilómetros de extensão e liga Aveiro a Vilar Formoso e foi concluída na década de 1940, sendo a A25, na forma de SCUT, sem custos para o utilizador, a via que hoje é utilizada para fazer exactamente o mesmo trajeto.
Um dos problemas da introdução das portagens na A25 resulta do facto de esta ter sido construída essencialmente no mesmo traçado do antigo IP5, que foi criado há mais de duas décadas para ser um percurso mais rápido e eficaz em substituição da EN 16.
Fonte: DN.pt
Notícias relacionadas:
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A Loja do Cidadão de Viseu foi invadida por elementos da comissão contra as portagens na A23, A24 e A25. Era suposto ser uma mera recolha de assinaturas contra a introdução de portagens, mas, a determinada altura, elementos da comissão de utentes resolveram entrar nas instalações da Loja do Cidadão. Gerou-se alguma confusão e a polícia teve mesmo de ser chamada. A comissão de utentes garante que isto é só o início.
Fonte: SIC.pt
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Jornal gratuito do Bloco de Esquerda, de Setembro de 2011, a que pode aceder aqui em pdf, clicando aqui.
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O Bloco de Esquerda promoveu este sábado, dia 24 de Setembro, O segundo Encontro de Educação. A iniciativa, que teve como lema A escola que temos, a escola que queremos, contou com a participação de professores, encarregados de educação e animadores culturais, que partilharam reflexões sobre os desafios da Escola Pública e vivências em projectos de intervenção no âmbito da educação não formal.
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A Escola que temos, a Escola que queremos
24 de Setembro - Sábado
Solar dos Peixotos
(Assembleia Municipal de Viseu - Entre CTT e PSP)
1º Painel - Desafios da Escola Pública 14.30 – 16.20
Miguel Reis , professor – Escola de massas, o desafio da qualidade e da igualdade
Maria José Viseu, presidente da CNIPE – A perspectiva dos encarregados de educação
Inês Tavares, estudante do ensino secundário – A participação dos alunos e a construção de uma escola democrática
2º Painel – Educação e Conhecimento – 16.30
Jaime Pinho, professor - A escola produtora de conhecimento: estudos locais
Rui Martins, membro da Federação de Pais e Encarregados de Educação de Viseu – A importância da intervenção dos E.E. na educação formal e informal
Paula Fong, psicóloga - Partilha de vivências num projecto de educação informal em Viseu
Vanessa Correia – Uma escola diferente - testemunho sobre a participação no projecto da escola da Fontinha/Porto
19.30 - Encerramento
Evento no facebook:
http://www.facebook.com/#!/event.php?eid=116725488433747
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O deputado municipal do Bloco de Esquerda, em Fevereiro deste ano, questionou a Câmara sobre o paradeiro dos candeeiros de ferro forjado da autoria de Mestre Arnaldo Malho, o poeta do ferro, como lhe chamou Aquilino Ribeiro, tendo o presidente da autarquia respondido que estavam espalhados pelo centro histórico e na Santa Cristina . O deputado municipal do BE, Carlos Vieira, ficou atónito com tal resposta, mas teve de esperar pela Assembleia Municipal de 27 de Junho para tentar esclarecer o executivo de que não estavam a falar da mesma coisa (devia estar a falar dos candeeiros da escola de Meste Malho que a autarquia também retirou da Rua Direita e do Largo D. Duarte, embora tenha deixado alguns exemplares noutras ruelas do centro histórico e apresentou fotografias dos candeeiros em causa, retirados há três anos, de que não restam um único exemplar na cidade.
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A associação Ambiente em Zonas Uraníferas (AZU) anunciou que vai pedir à Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM) e ao Ministério da Economia que avancem «urgentemente» com a descontaminação das casas da zona habitacional mineira da Urgeiriça.
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A política da troika à portuguesa cabe toda no programa do festival de
Verão "Super Choque, Super Corte", que o Bloco de Esquerda anuncia neste
folheto. Corte e Siga, Mandona, Xulos aos Pontapés, Bank Street Boys ou
Fifty per Cent são as estrelas convidadas. Ver folheto em pdf.
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Já estão abertas as inscrições para o Acampamento Liberdade 2011 que
este ano realiza-se de 20 a 24 de Julho, no Bioparque em S. Pedro do
Sul.
Liberdade 2011 | 20 a 24 de Julho | Bioparque | São Pedro do Sul/Carvalhais
Debates sobre educação, economia, austeridade, FMI, precariedade, sexualidades, revoluções árabes, feminismo, socialismo. Workshops políticos e culturais, festas, teatro, dança, música e muito convívio.
Este acampamento é o ensaio da mudança que queremos ser no mundo.Um
mundo que é nosso, onde as discriminações e os preconceitos são deixados
à porta.
Na construção deste outro mundo que é possível, falta uma peça: TU!
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CONVITE
A Comissão Coordenadora Distrital de Viseu do Bloco de Esquerda vem convidá-l@ a participar no DEBATE ALARGADO sobre o tema “O Futuro da Esquerda” a realizar no próximo dia 8 de Julho, sexta-feira, pelas 21,30h na Sede Distrital do BE, na Rua das Ameias, n.º6 em Viseu.
TRÁS OUTRO AMIGO TAMBÉM!
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O Bloco defende que os manuais escolares são recursos educativos
essenciais nos processos educativos e que o Estado não se pode alhear de
proporcionar a todos os alunos que frequentam a escolaridade
obrigatória o acesso gratuito, e em igualdade de circunstâncias, a estes
instrumentos.
Acesso gratuito a manuais escolares durante a escolaridade obrigatória é a última do pacote de 20 propostas fundamentais que o Bloco apresentou durante a campanha eleitoral das Legislativas 2011.
Na União Europeia, as famílias portuguesas são as que mais gastam com a
aquisição de manuais escolares devido aos preços exorbitantes, às
edições luxuosas e ao facto de ano após ano acumular-se o desperdício de
manuais quase novos que não voltam a ser utilizados.
O Bloco defende que os manuais escolares têm de ser encarados como
recurso educativo essencial nos processos educativos do ensino
obrigatório, porque o Estado não se pode alhear de proporcionar a todos e
a cada um dos alunos que frequentam a escolaridade obrigatória o acesso
gratuito, e em igualdade de circunstâncias, a estes instrumentos
didáctico-pedagógicos.
Neste sentido, o Bloco propõe:
• A criação de um programa faseado de aquisição em três anos dos manuais escolares
a serem distribuídos a todos os alunos que frequentam a escolaridade obrigatória, e a ser
custeado pelo Ministério da Educação;
• A criação de um sistema universal de empréstimo, a ser organizado pelas escolas, que
deve ter um ciclo de utilização de três anos;
• A obrigatoriedade de separação entre manuais e cadernos de exercícios (com excepção
permitida apenas para o 1.º ciclo) e que esse critério faça parte da grelha de avaliação das
comissões de avaliação e certificação de manuais escolares;
• O apoio à criação de bolsas de empréstimo no ensino secundário, a par
do apoio à aquisição de manuais escolares por via da acção social
escolar.
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O Bloco propõe a constitucionalização da Caixa Geral de Depósitos
enquanto banco público e a sua intervenção na economia através de
criação de linhas de crédito, com juros controlados, para sectores
estratégicos na criação de emprego, promoção da produção interna e
exportações.
A proposta 19 do Bloco é, “Caixa Geral de Depósitos: O banco público ao serviço das pessoas” (aceda ao pdf da proposta).
Esta proposta tem como objectivos garantir: - a manutenção da CGD no
domínio público: - garantir o acesso ao crédito a pessoas e empresas
estratégicas para o desenvolvimento do sector produtivo português; e o
desenvolvimento da economia do país, através das participações em
empresas estratégicas.
A proposta materializa-se em quatro questões:
- Definir na Constituição que a CGD é um banco público, ao serviço dos interesses nacionais.
- Capitalização da CGD, dotando o banco dos recursos necessários à sua actividade.
- Intervenção da CGD na economia através da criação de linhas de
crédito, com juros controlados, para sectores estratégicos na criação de
emprego e para a promoção da produção interna e para exportações.
- A utilização das participações detidas pela CGD em empresas estratégicas para a defesa do desenvolvimento do país.
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O Bloco apresenta a 18ª proposta: Direito de voto a todos os imigrantes
que residam em Portugal, pelo menos há quatro anos. Beatriz Gomes Dias,
candidata por Lisboa, fundamentou a proposta ao esquerda.net
Beatriz Gomes Dias, candidata do Bloco de Esquerda pelo círculo de
Lisboa, disse ao esquerda.net que “a proposta vai no sentido da
integração plena dos imigrantes na sociedade portuguesa”. (Aceda ao texto da proposta em pdf)
“Neste momento, para terem residência legal os imigrantes têm que pagar
impostos, têm que pagar a segurança social e, assim, têm o direito de
viver em Portugal, o direito à saúde, o direito à educação... mas nós
consideramos que mesmo assim há limitações à sua participação plena, à
cidadania completa”, refere Beatriz.
A candidata do Bloco argumenta que “a integração plena também tem que
passar pela possibilidade de eleger representantes na Assembleia da
República”, salientando que “é extremamente importante para a
representatividade política” e que “a integração passa também por poder
eleger e ser eleito”.
Actualmente, os estrangeiros residentes em Portugal podem votar nas
eleições autárquicas, se houver reciprocidade do país de origem, e nas
eleições para o Parlamento Europeu, para os cidadãos da União Europeia.
Beatriz Gomes Dias explica que o Bloco propõe “que todos os cidadãos
estrangeiros que vivam em Portugal”, há pelo quatro anos, “tenham
direito o voto, quer haja acordos de reciprocidade com o país de
origem”, defendendo “a igualdade nos deveres e nos direitos com os
cidadãos nacionais”.
Proposta completa:
http://www.esquerda.net/sites/default/files/PROPOSTA_18_-_direito_ao_voto_1.pdf
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Realizou-se no dia 2 de Junho um comício do Bloco de Esquerda nas Termas de S. Pedro do Sul. A sessão foi concorrida e contou com a presença de Arsénio Saraiva Martins, mandatário distrital do Bloco de Esquerda, Rui Costa, cabeça de lista do Bloco de Esquerda e Miguel Portas, Eurodeputado eleito pelo Bloco de Esquerda.
Arsénio Saraiva Martins, a propósito da comemoração do Dia Internacional da Criança, repudiou as políticas restritivas na concessão de apoios sociais, designadamente no âmbito da atribuição do abono de família e da acção social escolar. As actuais circunstâncias económicas, com uma perda generalizada do poder de compra, agravam ainda estas políticas.
Rui Costa, cabeça de lista do Bloco de Esquerda por Viseu, referiu-se ao aprofundamento do conhecimento da realidade do Distrito nestas eleições, salientando a necessidade de combate ao interiorícidio que PS, PSD e CDS levam a cabo de mãos dadas. O encerramento de serviços públicos, já efectuado e projectado no protocolo de entendimento com o FMI/CE/BCE que esses partidos subscreveram.
O portajamento da A24 e A25 foi mais um exemplo da falta de palavra do PS e do desprezo que PS, PSD e CDS têm pelo distrito. Sem alternativa viável e segura, a introdução destas portagens constitui um atentado à economia da região e ao rendimento das famílias. “PS, PSD e CDS esquecem-se que a A 24 e A 25 são usadas pelas populações para irem trabalhar, e não para irem às compras ao Domingo!”
Rui Costa referiu ainda que, num momento de crise, em que os próprios eleitores pedem contenção nos gastos de campanha, o BE cumpriu com esse objectivo de forma séria, não fazendo o que fazem outros partidos, que se afirmam poupados, mas não lhes falam canetas, bonés e sacos para distribuírem nas feiras. Criticou ainda os populares que, apesar de criticarem estes gastos, não deixam de pedir nas feiras tais brindes, numa clara contradição.
A falta de investimento no distrito e a má selecção de prioridades forma tocadas pela intervenção de Rui Costa, que referiu as graves lacunas na preservação do património cultural e o comportamento inconsistente de PS, PSD e CDS na defesa da ligação ferroviária à capital de distrito.
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Os candidatos do BE pelo círculo de Viseu estiveram, no passado fim de semana, em contacto com os produtores de cereja e de outros produtos agrícolas representados na Feira do Magriço, em Penedono, e na Festa da Cereja, em Sernancelhe. O cabeça de lista do BE, Rui Costa, lamentou os preços elevados dos seguros agrícolas e a sua ineficiência. Referiu-se ainda ao perigo da extinção de concelhos do interior, previsto no acordo com o FMI e a Comissão Europeia, que representará mais uma machadada num distrito como o de Viseu, tão abandonado e com um enorme défice de desenvolvimento.
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No passado Sábado, os candidatos pelo círculo eleitoral de Viseu do Bloco de Esquerda participaram numa arruada pelo Bairro 1º de Maio e Bairro Municipal de Viseu, animada pelos jovens do grupo de percussão D'arte Ritmo, alguns deles residentes naqueles bairros sociais, onde decorreu uma “churrascada comunitária” que teve ampla participação dos moradores.
Rui Costa, cabeça de lista do BE, defendeu a manutenção do Bairro Municipal, pelo seu interesse histórico-arquitectónico, e lamentou o estado de degradação a que a autarquia o deixou chegar, alertando para o perigo da ganância imobiliária dos grupos económicos. Sugeriu ainda o seu aproveitamento para uma estrutura de apoio e alojamento para idosos com autonomia, evitando o seu internamento prematuro em lares/armazéns para a terceira idade.
Carlos Vieira, nº 2 da lista do BE, lembrou as intervenções que tem tido na Assembleia Municipal na defesa dos moradores de todos os bairros sociais de Viseu. Paula Fong, psicóloga, com trabalho desenvolvido naqueles bairros, nº 3 da lista do BE, como candidata independente, referiu-se à angústia dos moradores do Bairro Municipal há anos sob a ameaça de demolição do bairro.
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