Site do Bloco de Esquerda de Viseu, Bloco, b.e., Esquerda de Confiança, Juntar Forças, São Pedro do Sul, Vouzela, Tabuaço, Oliveira de Frades, Santa Comba Dão, Penedono, Penalva do Castelo, Nelas, Mortágua, Tondela, Vila Nova de Paiva, Tarouca, Armamar, Resende, Cinfães, Carregal do Sal, Sernancelhe, São João da Pesqueira, Sátão, Coração de Jesus, Rio de Loba, Campo, Abraveses, São José, Orgens, António Minhoto, Osvaldo Numão, Maria Graça Pinto, Carlos Vieira, Carlos Couto, Daniel Nicola, Bandeira Pinho, Alexandrino Matos, Rui Costa, Joel Campos, António Amaro, Manuela Antunes, Carla Mendes, Joge Carneiro, Padre Costa Pinto, Francisco Louçã, Marisa Matias, Miguel Portas, Pedro Soares, Magaça
(Assembleia Municipal – Rua Cimo da
Vila Entre os CTT e a PSP)
10,00
h. ABERTURA
-Documentário TERRA DE SONHOS de Nuno Leocádio
10,30
h. CULTURA E SERVIÇOS PÚBLICOS
-JOÃO SEMEDO, deputado
-MIGUEL TORRES, dirigente associativo
-LUIS COSTA, coordenador da BINAURAL/ Nodar
12,00
h. Almoço
14,00
h. AMBIENTE E MOBILIDADE (Ferrovia e SCUTS)
-DANIEL CONDE, movimentos cívicos das Linhas do Tua e do Corgo
-CARLOS D'ABREU, tod@via – Associação de Fronteira pou uma Via
Sustentável/Associación de Frontera por una Via Sostenible), prof. na
Universidade de Salamanca
-CATARINA MARTINS, deputada
15,30
h. Intervalo
15,45
h. DESENVOLVIMENTO E DEMOCRACIA LOCAL
-CARMO BICA, directora executiva da ANIMAR
-ALBERTO MATOS, coordenador da Comissão Autárquica do BE
-PEDRO SOARES, geógrafo, prof. Faculdade Letras de Lisboa
Quem disse que o Bloco é (apenas) das grandes áreas metropolitanas? As Coordenadoras Distritais de Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Beja e Faro juntaram-se e promovem no próximo dia 17, sábado, as Jornadas da Interioridade. Viseu vai se a "capital" da luta pelos direitos de quem vive no interior, nas áreas mais urbanas e nas mais rurais, de todas/os. Apareçam!
Este documentário mostra-nos um painel do deficiente sistema de saúde americano. A partir do perfil de cidadãos comuns, somos levados a entender como milhões de vidas são destruídas por um sistema que, no fim das contas, só beneficia a poucos endinheirados. Ali vale a lógica de que, se quiser permanecer saudável nos Estados Unidos, é bom não ficar doente. E, depois de examinar como o país chegou a esse estado, o filme visita uma série de países com sistema de saúde público e eficiente, como Cuba e Canadá.
Angie tem 33 anos e trabalha numa agência de recrutamento de trabalhadores temporários. Quando fica mais uma vez desempregada, e cansada de uma vida precária, decide criar o seu próprio negócio com a sua amiga Rose. Juntas montam uma empresa de recrutamento para trabalhadores imigrantes, que opera numa zona onde o trabalho é barato e as regras foram feitas para serem ignoradas. A possibilidade de ganhar mais dinheiro, sem olhar a consequências, é no mínimo tentadora. Mas a que custo?
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A arte do ferro forjado teve um dos seus mais ilustres artífices em Arnaldo Malho, que o seu amigo Aquilino Ribeiro epitetou como “o poeta do ferro”, por ter sabido como poucos transformar o ferro duro e frio em harmoniosas linhas e poéticas volutas e por ter sabido reviver esta arte através do ensino na Escola Comercial e Industrial de Viseu, onde leccionou até 1950, dez anos antes de falecer.
Há cerca de quatro anos foram retirados os candeeiros de ferro forjado da autoria de Mestre Arnaldo Malho que se encontravam no Largo da Misericórdia (um na esquina com a Rua do Arvoredo e outro na esquina virada para o Adro da Sé), quatro nas paredes da Sé (um na esquina da antiga torre de menagem do castelo de Viseu, virado para as escadinhas, outro na esquina virado para o adro, um terceiro na esquina contígua à varanda dos cónegos, e o quarto na parede exterior dos claustros), mas já anteriormente havia sido retirado outro exemplar na fachada do Museu Grão Vasco, aquando das obras da remodelação projectada pelo arquitecto Souto de Moura. Da Igreja da Misericórdia desapareceram outros três exemplares: um na parede lateral virada para o Largo da Misericórdia, retirado há dois anos pela EDP depois de uma forte ventania o ter deixado dependurado pelo fio, e os outros dois que ornavam a fachada, em duas das bandas verticais em cantaria, foram retirados no ano passado aquando das obras de limpeza da pedra.
Os dois veículos pesados que partiram de Viseu em direcção a Aveiro, pela EN 16, para provar que não hà alternativas à A25, ficaram bloqueados em São Pedro do Sul devido a um acidente com um camião.
A comissão de luta contra as portagens na A25 faz hoje o percurso entre Viseu e Aveiro pela EN 16 com um camião pesado (TIR) e um autocarro para "desmentir o governo" sobre a existência de alternativas a esta via.
Os dois veículos pesados partiram cerca das 09:45, de Viseu, e têm chegada prevista "para depois do meio dia" a Aveiro, pela EN 16, que, ao longo do percurso, atravessa diversas localidades, como São Pedro do Sul ou Vouzela.
Esta iniciativa, como explicou à Agência Lusa Francisco Almeida, da comissão de luta contra as portagens, pretende vincar um dos principais argumentos, a falta de alternativas, usados na contestação à introdução de portagens, que o governo já anunciou que vão ser aplicadas durante o mês de Outubro.
A EN 16 tem cerca de 200 quilómetros de extensão e liga Aveiro a Vilar Formoso e foi concluída na década de 1940, sendo a A25, na forma de SCUT, sem custos para o utilizador, a via que hoje é utilizada para fazer exactamente o mesmo trajeto.
Um dos problemas da introdução das portagens na A25 resulta do facto de esta ter sido construída essencialmente no mesmo traçado do antigo IP5, que foi criado há mais de duas décadas para ser um percurso mais rápido e eficaz em substituição da EN 16.
A Loja do Cidadão de Viseu foi invadida por elementos da comissão contra as portagens na A23, A24 e A25. Era suposto ser uma mera recolha de assinaturas contra a introdução de portagens, mas, a determinada altura, elementos da comissão de utentes resolveram entrar nas instalações da Loja do Cidadão. Gerou-se alguma confusão e a polícia teve mesmo de ser chamada. A comissão de utentes garante que isto é só o início.
O Bloco de Esquerda promoveu este sábado, dia 24 de Setembro, O segundo Encontro de Educação. A iniciativa, que teve como lema A escola que temos, a escola que queremos, contou com a participação de professores, encarregados de educação e animadores culturais, que partilharam reflexões sobre os desafios da Escola Pública e vivências em projectos de intervenção no âmbito da educação não formal.
1º Painel - Desafios da Escola Pública 14.30 – 16.20
Miguel Reis , professor – Escola de massas, o desafio da qualidade e da igualdade Maria José Viseu, presidente da CNIPE – A perspectiva dos encarregados de educação Inês Tavares, estudante do ensino secundário – A participação dos alunos e a construção de uma escola democrática
2º Painel – Educação e Conhecimento – 16.30
Jaime Pinho, professor - A escola produtora de conhecimento: estudos locais Rui Martins, membro da Federação de Pais e Encarregados de Educação de Viseu – A importância da intervenção dos E.E. na educação formal e informal Paula Fong, psicóloga - Partilha de vivências num projecto de educação informal em Viseu Vanessa Correia – Uma escola diferente - testemunho sobre a participação no projecto da escola da Fontinha/Porto
O deputado municipal do Bloco de Esquerda, em Fevereiro deste ano, questionou a Câmara sobre o paradeiro dos candeeiros de ferro forjado da autoria de Mestre Arnaldo Malho, o poeta do ferro, como lhe chamou Aquilino Ribeiro, tendo o presidente da autarquia respondido que estavam espalhados pelo centro histórico e na Santa Cristina . O deputado municipal do BE, Carlos Vieira, ficou atónito com tal resposta, mas teve de esperar pela Assembleia Municipal de 27 de Junho para tentar esclarecer o executivo de que não estavam a falar da mesma coisa (devia estar a falar dos candeeiros da escola de Meste Malho que a autarquia também retirou da Rua Direita e do Largo D. Duarte, embora tenha deixado alguns exemplares noutras ruelas do centro histórico e apresentou fotografias dos candeeiros em causa, retirados há três anos, de que não restam um único exemplar na cidade.
A associação Ambiente em Zonas Uraníferas (AZU) anunciou que vai pedir à Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM) e ao Ministério da Economia que avancem «urgentemente» com a descontaminação das casas da zona habitacional mineira da Urgeiriça.
A política da troika à portuguesa cabe toda no programa do festival de
Verão "Super Choque, Super Corte", que o Bloco de Esquerda anuncia neste
folheto. Corte e Siga, Mandona, Xulos aos Pontapés, Bank Street Boys ou
Fifty per Cent são as estrelas convidadas. Ver folheto em pdf.
Já estão abertas as inscrições para o Acampamento Liberdade 2011 que
este ano realiza-se de 20 a 24 de Julho, no Bioparque em S. Pedro do
Sul.
Liberdade 2011 | 20 a 24 de Julho | Bioparque | São Pedro do Sul/Carvalhais
Debates sobre educação, economia, austeridade, FMI, precariedade, sexualidades, revoluções árabes, feminismo, socialismo. Workshops políticos e culturais, festas, teatro, dança, música e muito convívio.
Este acampamento é o ensaio da mudança que queremos ser no mundo.Um
mundo que é nosso, onde as discriminações e os preconceitos são deixados
à porta.
Na construção deste outro mundo que é possível, falta uma peça: TU!
A Comissão Coordenadora Distrital de Viseu do Bloco de Esquerda vem convidá-l@ a participar no DEBATE ALARGADO sobre o tema “O Futuro da Esquerda” a realizar no próximo dia 8 de Julho, sexta-feira, pelas 21,30h na Sede Distrital do BE, na Rua das Ameias, n.º6 em Viseu.
O Bloco defende que os manuais escolares são recursos educativos
essenciais nos processos educativos e que o Estado não se pode alhear de
proporcionar a todos os alunos que frequentam a escolaridade
obrigatória o acesso gratuito, e em igualdade de circunstâncias, a estes
instrumentos.
Acesso gratuito a manuais escolares durante a escolaridade obrigatória é a última do pacote de 20 propostas fundamentais que o Bloco apresentou durante a campanha eleitoral das Legislativas 2011.
Na União Europeia, as famílias portuguesas são as que mais gastam com a
aquisição de manuais escolares devido aos preços exorbitantes, às
edições luxuosas e ao facto de ano após ano acumular-se o desperdício de
manuais quase novos que não voltam a ser utilizados.
O Bloco defende que os manuais escolares têm de ser encarados como
recurso educativo essencial nos processos educativos do ensino
obrigatório, porque o Estado não se pode alhear de proporcionar a todos e
a cada um dos alunos que frequentam a escolaridade obrigatória o acesso
gratuito, e em igualdade de circunstâncias, a estes instrumentos
didáctico-pedagógicos.
Neste sentido, o Bloco propõe:
• A criação de um programa faseado de aquisição em três anos dos manuais escolares
a serem distribuídos a todos os alunos que frequentam a escolaridade obrigatória, e a ser
custeado pelo Ministério da Educação;
• A criação de um sistema universal de empréstimo, a ser organizado pelas escolas, que
deve ter um ciclo de utilização de três anos;
• A obrigatoriedade de separação entre manuais e cadernos de exercícios (com excepção
permitida apenas para o 1.º ciclo) e que esse critério faça parte da grelha de avaliação das
comissões de avaliação e certificação de manuais escolares;
• O apoio à criação de bolsas de empréstimo no ensino secundário, a par
do apoio à aquisição de manuais escolares por via da acção social
escolar.