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Decorreu hoje na Biblioteca Municipal de Mangualde a "I Conferência Ibérica das Zonas Uraníferas", onde se discutiu a problemática associada ao abandono a que estão sujeitas as minas de urânio desactivadas e o fardo que carregam os ex-trabalhadores, muitas vezes vetados ao abandono pelas autoridades. Contou com a presença de António Minhoto (candidato do BE à Assembleia da República por Viseu), Soares Marques (Presidente da Câmara Municipal de Mangualde), Marisa Matias (deputada europeia), dos ex-trabalhadores da ENU e diversas associações ambientalistas como a Quercus, AZU, ADENEX, ACCION,MUNN, encerrando com a realização de um cordão humano na Cunha Baixa pela defesa do meio ambiente.
O presidente da Câmara Municipal de Viseu recuou na decisão de transferir a feira semanal para o futuro Parque Urbano da Radial de Santiago, recinto construído há um ano para esse efeito. Segundo o autarca, os viseenses gostaram bastante do novo espaço e como tal irá colocar outro tipo de mobiliário urbano, árvores e iluminação. Afinal Fernando Ruas sempre vai ouvindo as pretensões das pessoas, e ainda bem, porque por este andar, a feira que se realizava antigamente na Praça D. Duarte e Praça da Erva (actual Largo Pintor Gata) ainda acabava daqui a uns anos deslocada para o monte de Santa Luzia! Eleições a quanto obrigas!?
Achas que a democracia está acessível à participação de tod@s?
É urgente uma democracia diferente e participativa!
37 77.1%
Não está acessível.
6 12.5%
Está acessível.
5 10.4%
Número de votos : 48
Primeiro voto : Sábado, 25 de Julho de 2009 16:34
Último voto : Sábado, 05 de Setembro de 2009 13:10
A grande maioria dos inquiridos pensa que é necessária uma nova democracia, uma democracia participativa! Actualmente o Português tem de contentar-se com a "Representativa", votam e depois calam! É possível outro tipo de democracia! É preciso mudar a actual rotatividade "PS" com ou sem "D", com uma ajudinha do PP. É preciso implementar medidas como o Orçamento Participativo, mudar as regras das Assembleias Municipais, implementar o verdadeiro direito à petição pública e acima de tudo é necessário que todos as instituições públicas sejam transparentes.
Os candidatos do Bloco de Esquerda às próximas eleições legislativas e autárquicas, na região de Lafões, estiveram ontem à tarde reunidos com responsáveis da ASSOL, Associação de Solidariedade Social de Lafões.
Viseu: 967985053 -
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O Bloco de Esquerda manifesta profunda indignação pela decisão da Câmara Municipal de Vouzela de transferir para uma empresa privada do Porto a preparação das refeições para as escolas básicas e jardins-de-infância do concelho. Esta mudança implicou mais desemprego para munícipes do nosso concelho e atirou à rua o dinheiro que tinha sido gasto na remodelação de algumas cozinhas escolares que, com esta decisão, ficarão desactivadas.
Sem qualquer justificação aparente, foram despedidas 14 funcionárias das cozinhas dos refeitórios escolares do concelho, que funcionavam em boas condições. Algumas destas cozinhas e refeitórios tinham sofrido obras de requalificação há pouco tempo.
Viseu cresceu, mas desenvolveu-se de forma desigual, descontínua e insustentável. Urbanizações desmedidas e grandes superfícies comerciais na periferia à custa do abandono das freguesias limítrofes, da desertificação humana do centro da cidade, da insegurança e da decadência habitacional e comercial no centro histórico.
A reabilitação habitacional do centro histórico tem vinte anos de atraso. Autorizam-se obras de recuperação que desvirtuam a coerência arquitectónica dos espaços. Aproveitou-se mal as verbas do Polis. Exceptuando o parque linear, ficou por fazer o principal: o Parque Urbano da Aguieira e o Centro de Interpretação da Cava.
É esta a herança de 20 anos de gestão autárquica de Fernando Ruas.
Todos conhecem a canção “Funiculì, Funiculà” que Mário Lanza imortalizou nos anos 50, composta em 1880 por Luigi Denza, com lírica de Peppino Turco, para comemorar a abertura do primeiro funicular no Monte Vesúvio, destruído pela erupção de 1944.
Imaginem agora Fernando Ruas a cantar, no banho, “funiculì, funiculà, funiculì, funiculà”... mais inchado que Pavarotti (sem ofensa ao defunto tenor, mas Plácido Domingo também não liga com a imagem pouco plácida do nosso edil), “funiculì, funiculá, funiculì, funiculà”, durante semanas ou meses, a sonhar com a viagem inaugural do funicular pelo presidente da República Cavaco Silva, aproveitando a sua vinda a Viseu para a inauguração da Feira de São Mateus, no passado dia 14. Que essa impossibilidade foi um balde de água fria para o presidente da Câmara Municipal de Viseu não restam dúvidas a quem ler a mensagem que ele assina no catálogo desta edição da Feira de S. Mateus:
"No último Golpe de Vista chamámos a atenção para os inúmeros acidentes, alguns com certa gravidade, que ocorreram com transeuntes da Rua Ponte de Pau que enfiaram o pé nos intervalos dos carris do funicular ou na calha do respectivo cabo. Recordamos que um homem teve de esperar meia hora para que os bombeiros lhe conseguissem tirar o pé, com o auxilio de material de desencarceramento e que o filho do proprietário da Pastelaria Serra da Nave ficou duas semanas de baixa por também lá ter caído.