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Morreu mais um ex-trabalhador do sector do urânio PDF Imprimir e-mail
09-Nov-2007

mineirosluto.jpgA morte de «mais um» ex-trabalhador da antiga Empresa Nacional de Urânio (ENU), com cancro, levou, esta segunda-feira, os ex-mineiros a renovarem a exigência ao Governo de criar condições para a realização de exames médicos periódicos, noticia a Lusa. António Minhoto, porta-voz dos ex-trabalhadores da já extinta ENU, que tinha sede na Urgeiriça, Canas de Senhorim, reafirmou ainda que se o Governo, tendo em conta que era uma empresa pública, «não der uma resposta rápida a esta exigência - os exames médicos - os trabalhadores vão avançar com uma queixa contra o Estado». Da rapidez da resposta do Governo - Ministério da Saúde - depende ainda, explicou Minhoto, concretizar a ameaça já feita de, com os colegas espanhóis da Fábrica de Urânio de Andújar, realizar uma manifestação em Lisboa no dia em que Portugal assumir a presidência da União Europeia.

O porta-voz dos ex-trabalhadores da ENU disse ainda que «não é possível continuar a assistir à continuada morte de colegas com cancro sem fazer nada», lamentando que o Governo não actue de forma «rápida e eficaz» naquela que é a primeira prioridade: «Permitir que as pessoas tenham acesso a exames médicos periódicos». «Só assim será possível salvar muitas vidas que se extinguem perante o total alheamento do Governo», disse Minhoto, acrescentando que «já não há tempo para mais esperas. O momento é de agir se não houver uma resposta imediata». Os ex-trabalhadores da ENU, que são, «ainda vivos», cerca de quatro centenas, pretendem uma reunião com responsáveis do Governo de modo a criar mecanismos que possam minimizar a «razia» que o cancro está a fazer nos homens que, durante décadas, extraíram urânio das minas da ENU espalhadas por toda a região, com destaque para os distritos de Viseu e Guarda.

 
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