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Viseu e a Universidade Pública PDF Imprimir e-mail
13-Abr-2009

carlos_couto150.jpgA discussão não é recente, já tem uns anos, recordemos que esta forçou várias forças políticas a apoiar os anseios da população, seja através das suas Juventudes Partidárias, dos seus deputados eleitos pelo círculo eleitoral de Viseu, através de fracos projectos de lei ou até promessas de governo. Em nada adiantou o falso consenso, pois as promessas caíram, e os interesses privados levaram a melhor. Está na altura de por o tema em cima da mesa mais uma vez!

 


O Bloco de Esquerda conseguiu aprovar por unanimidade em Assembleia Municipal, no final do ano passado, uma moção na qual propôs a transformação do Instituto Politécnico de Viseu (IPV) em Universidade Politécnica (U.P.), podendo a Escola Superior de Saúde albergar o curso de Medicina, sendo a melhor solução para responder ao anseio e necessidade da população do Distrito de Viseu. Um inquérito feito no site http://viseu.bloco.org teve como resultados uma esmagadora maioria de respostas favoráveis à criação de uma Universidade em Viseu (81%), sendo que cerca de metade dos inquiridos defende uma U.P. (45,2%), 28,6% uma Universidade envolvida na, e pela, cidade e apenas 7,1% acharam que a melhor solução é a construção de uma Universidade de Raiz.

 

Motivos para a criação desta U.P. não faltam, bem como os benefícios para a região.

 

1- A população de Viseu já chegou aos 100 000 habitantes, necessita assim de soluções académicas que acompanhem a crescente necessidade de qualificação, evitando a necessidade de deslocação dos jovens Viseenses para outras cidades.

 

2- Diversos estudos mostravam que em 2000 a região de Viseu tinha 250 mil jovens em idade de frequentar ou aceder rapidamente ao ensino superior, e a capacidade de drenagem de cerca de 650 mil jovens da vasta região envolvente.

 

3-  A existência de uma Universidade Publica iria proporcionar novas oportunidades para travar o êxodo da população para o litoral, ajudando assim a diminuir a desertificação do interior e do distrito, pois esta universidade deveria contemplar pólos deslocalizados, como por exemplo a transformação das já existentes a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego (ESTGL) e a Superior de Educação de Viseu - Pólo de Lamego.

 

4- A transformação do IPV em U.P. permitiria resolver várias situações de falta de espaço e condições para o desenrolar da formação, posso dar vários exemplos, na Superior de Educação de Viseu as salas não têm espaço para todos os alunos das turmas, o laboratório de fotografia é minúsculo e a de sala arte insuficiente, ou até na ESTGL onde os alunos têm aulas em pré-fabricados.

 

5- A possibilidade da criação do curso de Medicina na Superior de Saúde irá responder á necessidade de médicos no Sistema Nacional de Saúde evitando o recurso a médicos já em reforma e do estrangeiro.

 

6-A dinâmica criada por uma Universidade proporcionaria o pensamento, debate e estudo racional sobre os problemas da região, contribuindo assim para o desenvolvimento sustentável da cidade e distrito.

 

7- Viseu é uma cidade central, com acesso rodoviário privilegiado que deixa Viseu perto de grande parte da região Centro/Norte, estando apenas a faltar a ligação Ferroviária e a transformação do IP3 para Coimbra em auto-estrada.

 

8- A existência de ensino superior privado em Viseu não pode servir de desculpa para a desresponsabilização do estado na criação de uma alternativa pública.

 

9- Uma Universidade Empresarial como foi apresentada pela Associação Empresarial da Região de Viseu, sem necessidade de construção de infra-estruturas, visto que a formação aconteceria nas próprias empresas, sendo estas a gerir e a definir as prioridades de formação e investigação, não passa de uma ilusão que unicamente iria servir os interesses das mesmas empresas, onde não se iria formar cidadãos pensantes com capacidade de desenvolver ideias e projectos necessários para a evolução de toda a população e tecido empresarial, criando assim mão-de-obra preparada unicamente para as necessidades presentes, possivelmente descartáveis quando não fizerem falta.

 

Muitos mais podem ser apontados, mas o principal é relançar o tema, debatê-lo e propô-lo. Esta reivindicação tem mais de 10 anos e está na hora de se fazer ouvir!

 

Carlos A. M. Couto

in portalviseu.net/

 
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